Brasileiros se mobilizam para ajudar Moçambique

Países africanos do oeste do continente enfrentaram um grande Ciclone, chamado Idai, que destruiu cidades inteiras no dia 14 de março. Segundo a organização Cruz Vermelha, foram mais de dois milhões e trezentos mil pessoas que ficaram isoladas somente na região de Búzi, em Moçambique conforme informações do Portal G1.

A cidade costeira de Beira, com quase meio milhão de habitantes, foi destruída em 90 por cento, pelo Ciclone Idai, dando origem a pior crise humanitária da história recente de Moçambique.

Colonizado por Portugal, Moçambique se tornou independente em 25 de junho de 1975, com a expulsão de cerca de 250 mil portugueses que viviam no país.

Segundo informações do Missionário Tim Evans, diretor da Missão Aliança Evangélica do Brasil, que atua na província de Sofala, onde está a cidade de Beira, e especificamente em Dondo, onde a missão tem sua base, o país enfrentava já antes da tragédia já enfrentava grandes problemas de saúde, como aids e malária e agora com a tragédia a situação sanitária é ainda mais grave.

Nos últimos anos com a chegada dos chineses o pais melhorou bastante na sua estrutura, com novos negócios, e especialmente com o crescimento de sua área comercial.

O casal Pastor Nidovaldo e Helaine, missionários brasileiros que ali estão trabalhando há mais de nove anos, dizem que o povo precisa de ajuda espiritual e material.

O ciclone afetou a Missao, destruindo suas instalações conforme podemos ver nas fotos anexas.

Segundo o Portal R7, Só em Moçambique, cerca de 1,85 milhão de pessoas afetadas por esta tragédia dependem do alimento, da água e do refúgio proporcionado por organizações humanitárias; entre elas, um milhão de crianças, segundo números da ONU.

A Missão com sede em Anápolis, Goiás está arrecadando recursos para ajudar os necessitados na região de Dondo, próximo a Beira, onde está a base da missão brasileira.

Outra instituição brasileira que também atua na região é a Junta Missões Mundiais (JNM), da Convenção Batista Brasileira (CCB), que tem missionários nas cidades mencionadas além da capital Maputo.

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